sexta-feira, 1 de abril de 2016

Brodagens, meu quarto livro. Lançamento hoje! E começamos a saga novamente...


No final dos anos 80, o rap era a grande novidade no Brasil. Nesse contexto, uma nova geração formaria a terceira onda de bandas nacionais independentes, influenciada pelo ritmo, a poesia e a atitude. Compartilhando influências e afinidades, surgiriam grupos, produtores e jornalistas, formando a base para uma verdadeira cena underground no Estado do Rio de Janeiro. O skate, o grafite e a moda street em Niterói e São Gonçalo; a hemp family, o festival SuperDemo, o Garage e os estúdios Totem e Groove na capital; os fanzines, as lojas de discos e os pequenos selos foram os elementos químicos dessa mistura explosiva.

Brodagens mostra o início e o desenrolar desta nova cena de rap e rock no Rio, tendo como fio condutor da história o músico Gilber T. Amigo desde a adolescência do falecido rapper SpeedFreaks, ele acompanhou de perto todas as mudanças culturais, sociais, tecnológicas e econômicas em três gerações distintas. Da fita k7 e o sonho de gravar um CD por gravadora até a consolidação de uma imprensa musical, a criação de um circuito de shows, o movimento Hip Hop Rio e a revolução digital, bem como a ascensão e a queda de muitos que, um dia, estiveram no dito mainstream. Gilber sempre esteve lá, humildemente observando tudo bem de pertinho com a sua guitarra.

Fruto de uma extensa pesquisa e 35 depoimentos exclusivos, Brodagens reúne quase 500 imagens, muitas delas raras e inéditas, do acervo pessoal de amigos e entrevistados. Lançado vinte anos depois do emblemático ano de 1996, chega de mãos dadas com o terceiro disco de Gilber T, Contradições (Tomba Records), numa sinergia que só quem é broder consegue entender.

 









 Serviço:

Lançamento do livro “Brodagens” (Ilustre Editora, 232 páginas, 15x27 cm), de Pedro de Luna, e show de pré-lançamento do CD “Contradições” (Tomba Records), de Gilber T com show da banda.

SÃO GONÇALO − Dia 01/04 (sexta) às 23h no República Pub (Rua Comandante Ari Parreiras 1.865, Paraíso − São Gonçalo. Tel.: 96430−5279). Couvert a R$ 10.

RIO − Dia 02/04 (sábado) às 20h na Audio Rebel (Rua Visconde Silva 55, Botafogo − Rio de Janeiro). Couvert a R$ 20.

NITERÓI − Dia 30/04 (sábado) às 20h30 no Lume (Av. Quintino Bocaiuva 291, São Francisco − Niterói. Tel.: 3254−9330). Couvert a R$ 10.

SÃO PAULO − Dia 21/05 (sábado) às 20h na Hotel Tees (Rua Matias Aires 78, baixo Augusta − São Paulo. Tel.: 011 3081−4426). Entrada franca.

Nos eventos, o livro será vendido a R$ 50 e o disco a R$ 20, apenas em dinheiro. 

 


domingo, 13 de dezembro de 2015

Após 10 anos seguidos, o Festival Arariboia Rock é descontinuado...

Durante 10 anos consecutivos eu realizei em Niterói (RJ) o Festival Arariboia Rock. Totalmente independente e voltado para bandas autorais, sem graça e na raça. Em dezembro de 2014 fiz o último e passei o bastão. Não havia mais sentido para mim. Porém, mais triste ainda é publicar aqui para a posteridade a nota de que não haverá a 11a edição em 2015 e o festival passará em branco.

A seguir a nota publicada por Guilherme Carvalho e Noemi Machado, que desde o fim de 2014 são os novos coordenadores do movimento Arariboia Rock:

"Hoje, dia 04 de Dezembro, é Dia Municipal do Rock na cidade de Niterói/RJ. É com imenso pesar que anunciamos que NÃO HAVERÁ uma edição do Festival Arariboia Rock este ano. Esta seria a décima primeira edição consecutiva do Festival, e por motivos de falta de apoio, tanto público quanto privado, incentivo, patrocínios e recursos próprios, este ano de 2015 não conseguiremos realizar o Festival.

Um breve histórico do único festival de rock do Estado do Rio de Janeiro que teve 10 edições anuais consecutivas:

No dia 18 de dezembro de 2005 foi realizado o 1ª Festival Arariboia Rock, na Praça Vital Brasil com a apresentação de sete bandas autorais da cidade. Um festival aberto, livre e gratuito a todos. Desde então, mais de 110 bandas em outras nove edições foram realizadas em diversos pontos da cidade de Niterói, desde casas noturnas de referência do gênero, como as antigas Texas Bud, Box 35, Clubes Fluminense e Luzitano (Ilha da Conceição) e o mítico Convés, aos palcos do Teatro do DCE da UFF e culminando em duas edições no Teatro Popular. A última, em 2012, com dois dias de festividades e as participações de importantes bandas, não só da cidade, mas também de outros estados e até mesmo de Chicago (EUA).


Em 2007 a cidade de Niterói sancionou a lei Nº 2495, instituindo: "A Câmara Municipal de Niterói decreta e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei: 

Art. 1º Fica instituído no Município de Niterói, o Dia Municipal do Rock, a ser comemorando anualmente a cada 04 de dezembro.” 


Em 2012, o Festival se integra ao FBA - Festivais Brasileiros Associados, que conta com grandes festivais de todo o Brasil, como Abril Pro Rock (PE), Demo Sul (PR), Goiânia Noise (GO), MADA (RN) Porão do Rock (DF) entre tantos outros tão importantes quanto. 


E em 2014, a Secretaria do Estado de Cultura eleva o Festival Arariboia Rock como Patrimônio Imaterial do estado do Rio de Janeiro.


É nosso maior desejo que, no ano de 2016, o Festival Arariboia Rock volte, maior e melhor do que nunca, com uma estrutura digna para o público e para os artistas, um festival democrático, que seja a celebração de um ano inteiro de conquistas para os artistas locais e acolhedor para bandas de todas as cidades vizinhas e até mesmo outros estados e países. Para isso, contamos com o apoio de todos, músicos, bandas e amantes da cultura em geral, pois o Festival Arariboia Rock é feito pensando em vocês e para vocês!"

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Acabou-se o que era doce.

Se você tem um exemplar do meu primeiro livro, guarde com carinho. Acabaram os 1.000 exemplares lançados em quatro diferentes edições durante quatro anos. Ganhei muita experiência produzindo eu mesmo os eventos de lançamento, divulgando na imprensa, enviando pelo correio...

Estive com ele na mala percorrendo três países (Argentina, Portugal e Espanha) e 11 estados (RJ, SP, MG, ES, PR, SC, DF, BA, PE, SE e MA). Vendendo, trocando, dando. Sempre divulgando a cena e as coisas em que acreditei sobre a cena independente.

Pode ser que ainda hajam alguns exemplares por aí, consignados em livrarias ou em sebos. É uma boa chance para você ter esta jóia que foi realizada com muito amor e raça, contando com a ajuda preciosa da Isabel de Luna, Luiz Lima, Mariana Oliveira, Marco Barbosa e Luciana Danielli.

Se eu conseguir, a 5a edição sairá apenas em formato digital. Aí, quem sabe, todos os que enrolaram e não compraram, se animem de dar uma força desta vez?

Tribo Skate, a porta que se abriu em 2015

Depois que me mudei para São Paulo, em abril deste ano, portas novas se abriram. Uma delas é a revista Tribo Skate, que completou 24 anos de vida. É uma honra publicar uma coluna fixa e outras reportagens nela. Algumas estão aí:








É triste, mas será que sempre precisaremos de Niterói para dar um passo a mais na carreira?

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Íntegra da matéria publicada na Revista Trip de junho de 2015




Sem vergonha na hora de passar o chapéu

Crowdfunding: a vaquinha virtual moderna conquistou os brasileiros


Por Pedro de Luna


Foi−se o tempo em que pedir dinheiro em público era motivo de vergonha. Grandes artistas, pessoas comuns, empresas e instituições já aderiram ao financiamento coletivo, ou crowdfunding. Mas passados quatro anos desde as primeiras plataformas para captação de recursos no Brasil, por que alguns projetos são bem sucedidos e outros não?

Para Tahiana D'Egmont, CEO da Kickante, fundada em 2013 e que captou cerca de R$ 4 milhões em mais de 1.000 campanhas, “quanto melhor a divulgação para o universo de interessados, mais bem-sucedida é”. Elementos como um bom texto e boa representação visual do projeto também são muito importantes.


Na plataforma Catarse, criada em 2011, ou bate a meta ou o projeto não recebe nada. A diferença entre uma campanha bem sucedida ou não está no bom planejamento. Quem estuda o modelo e a plataforma, planeja bem e executa com dedicação tem mais chances. Daí o fato que 90% dos R$ 29 milhões recebidos até hoje foram para 54% dos projetos.

O financiamento coletivo é uma troca, e toda cota de apoio envolve uma recompensa, mesmo que seja uma contrapartida simbólica. Na música, costumam dar certo a pré−venda de CDs e DVDs novos, por chegar ao fã autografado e antes do mercado, além de experiências únicas como ir ao camarim ou jantar com o ídolo.

O público também precisa acreditar que é possível conseguir a grana dentro do prazo estipulado. “O projeto tem que ter o tamanho da banda ou do artista. Uma boa ideia pode até chamar a atenção, mas precisa de respaldo”, opina Rodrigo Lima, vocalista do Dead Fish. “Esta é a forma mais honesta e direta de fazer algo acontecer”. Sua banda precisava de R$ 60 mil para gravar o novo álbum, Vitória. Levantou R$ 260 mil.



Leandro Delmonico, guitarrista da banda Charme Chulo, o segredo é ter fãs fiéis mesmo que em pequena quantidade. “Mas não é nada fácil convencer uma pessoa a parar o que está fazendo para ler a sua proposta, entrar no site, escolher uma recompensa e ainda pagar”. Mesmo levantando R$ 30 mil para gravar um CD duplo, ele não pretende repetir a fórmula. “Não por birra, mas por manter aquele segredo bacana de um trabalho novo”.

Com 18 álbuns e três DVDs no currículo, até a cantora Leila Pinheiro aderiu ao novo formato para viabilizar um EP com quatro músicas. Ela oferece recompensas que incluem até uma tarde no estúdio. Na página da campanha, há uma descrição detalhada de onde e como serão gastos todos os R$ 95 mil.

Equipe do Catarse

Quem também aderiu foi a turma das histórias em quadrinhos, terceira categoria com mais projetos na Catarse, atrás apenas de música e cinema/vídeo. Para o quadrinista Pedro Balboni, o que atrai é a possibilidade de viabilizar financeiramente o projeto antes mesmo de existir. Em 2012 ele tinha lançado apenas um livro. Aderiu ao crowdfunding e, em, 2014 já eram cinco. Ele quer fechar com 2015 com nove títulos publicados.

No esporte, a saltadora e campeã olímpica Maureen Maggi corria o risco de não participar das olimpíadas de 2016 por falta de patrocínio para os treinos. Ela realizou uma campanha e, graças aos fãs, já confirmou a presença na competição. O projeto Fixando Raízes WinBelemDon, que integra crianças através do tênis em Porto Alegre, bateu o recorde para projetos do terceiro setor, arrecadando mais de R$ 275 mil. Um dos trunfos foi conseguir padrinhos como Fernando Meligeni e Gustavo Kuerten. O espanhol Rafael Nadal e o escocês Andy Murray doaram raquetes e camisetas para serem usadas como recompensa.

Até mesmo o Greenpeace já realizou quatro campanhas, desde a instalação de sistema fotovoltaico em escolas até a recuperação do navio Artic Sunrise. Ou seja, nestes últimos quatro anos, quando o assunto é solidariedade ao próximo, os brasileiros batem um bolão.

Charme Chulo (PR)


CURIOSIDADES:
  • No Brasil, as áreas mais financiadas pelo público são música, literatura, jogos e inovação.
  • A maioria dos apoiadores do novo disco do Dead Fish, Vitória, comprou a cota de R$ 55 que dá direito ao disco e uma camiseta.
  • O quadrinista Will Leite levantou R$ 30 mil em apenas dois dias para fazer um livro com tiras do seu blog.
  • O jogo de tabuleiro Caçadores da Galáxia arrecadou R$ 25 mil em apenas trinta minutos de captação.
  • Bel Pesce, autora do livro Legado: a menina do Vale detém o recorde nacional, sua campanha conseguiu R$ 889 mil.
  • O jogo A Lenda do Herói, baseado em uma série viral do YouTube, recebeu apoio de 6.000 pessoas.
  • Na Catarse, a faixa mais popular de apoio é entre R$ 20 e R$ 29 e o apoio médio por usuário é de R$ 141. Quanto melhor a recompensa, maior o valor apoiado.
  • A pesquisa Retrato do Financiamento Coletivo no Brasil 2013−2014 apontou que educação é a categoria que as pessoas tinham mais interesse em apoiar, e ao mesmo tempo a que mais faltavam projetos relevantes.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Painel gratuito sobre financiamento coletivo para projetos culturais




Acontece no próximo dia 19 de maio, terca-feira, um painel sobre financiamento coletivo no Palácio dos Correios (Espaço Cultural Correios - Avenida Visconde do Rio Branco,  nº 481, Centro de Niterói, em frente à Estação das Barcas da Praça Arariboia), das 17h às 19h, com entrada gratuita.

Uma das presenças confirmadas, o jornalista e gestor cultural Pedro de Luna lançou seu livro Niterói Rock Underground 1990-2010 através do crowdfunding. "Vendi 150 exemplares antecipados em duas semanas e assim viabilizei a publicação", explica. Um representante da plataforma Kickante também confirmou presença. O encontro faz parte da exposição pelos 30 anos da Fluminense FM, a Maldita.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Meu último festival do Arariboia Rock


Festival Arariboia Rock completa 10 anos em dezembro e marca reinício com nova gestão
Considerado pela Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro como um patrimônio imaterial, evento acontecerá no dia 13/12, com ingresso a R$ 5.
Em Setembro, o Festival Arariboia Rock anunciou um projeto de crowdfunding para tentar obter recursos que viabilizassem uma grande estrutura, com bandas famosas e dois palcos. Mas a meta não foi alcançada e, sem patrocínio ou apoio de uma grande empresa ou de órgãos governamentais, a produção modificou a estrutura do evento. Nada que tire o brilho e o mérito do único festival independente de rock que é realizado há 10 anos consecutivos em Niterói, comemorando o Dia Municipal do Rock.
Sendo assim, nove bandas tocarão no evento, que acontecerá no dia 13 de dezembro no Fluminense Atlético Clube, no Centro da cidade: Barcamundi, Balba, Reduto, The Knutz, Drenna, Somagnet, Caramadas, Overdrive Saravá e Nardones.

Festival marca despedida de Pedro de Luna e início de nova gestão
A décima edição do Festival Arariboia Rock também será o último do criador do movimento, o gestor cultural e quadrinista Pedro de Luna. Para ele, a marca precisa de renovação, e acredita que os novos coordenadores são os nomes indicados para esse desafio. "Trabalhei muito durante uma década para colocarmos a cena do Leste Fluminense em evidência no Estado do Rio de Janeiro e no país. Muita gente participou desta história, mas o meu ciclo chegou ao final. O Arariboia Rock precisa se reciclar, se reinventar e agregar novas pessoas. Com a coordenação do Guilherme Carvalho e da Noemi Machado, tenho certeza que serão mais 10 anos de criatividade, talento e luta. Estarei acompanhando e torcendo pelo sucesso tanto do movimento quanto do festival".
Os novos gestores, Guilherme Carvalho e Noemi Machado trabalham na cena cultural de Niterói e São Gonçalo, e apresentam um programa de rádio semanal dedicado às bandas independentes, o “Arariboia Rock News”.
Guilherme Carvalho começou a se envolver em meados de 2010, participando das reuniões e da produção de eventos mensais como o 'Arariboia Rox' e o 'Arariboia Rock Apresenta', além, claro, do Festival anual. “Sei que a responsabilidade é grande de continuar com esse legado, mas já me sinto parte dele há pelo menos quatro anos. Penso que nessa nova gestão, devemos agregar mais pessoas, chamar as bandas e músicos mais para perto e consolidar, de fato, como um Coletivo”. O músico também pretende retomar as reuniões periódicas para reaquecer a cena underground da região.
Noemi Machado acredita que as bandas precisam compreender que não basta fazer música, mas se envolver muito mais. “A ideia agora é tornar o AR à sua essência e dividir com as bandas a responsabilidade e o prazer de reavivar a cena underground de Niterói, São Gonçalo e outras cidades vizinhas. O potencial existe, e está aí para trabalharmos nele juntos e fazer do Leste Fluminense o grande polo cultural do rock".

Sobre o Festival Arariboia Rock
Considerado um dos principais festivais de rock independente do país e o maior propulsor da cena rock de Niterói, o Festival Arariboia Rock chega ao seu décimo ano consecutivo como o único do estado do Rio de Janeiro integrado ao FBA – Festivais Brasileiros Associados, uma entidade que reúne os principais festivais independentes de rock do Brasil, como o Goiânia Noise, o Abril Pro Rock (PE), e o Porão do Rock (DF).
Em maio deste ano, Pedro de Luna e o Arariboia Rock receberam na ALERJ uma moção do deputado Felipe Peixoto pela importante contribuição cultural que dão e deram a música independente no Estado do Rio. No mesmo período o festival foi indicado ao Prêmio de Cultura do Governo do Rio de Janeiro 2012-2013 por sua relevância, abrangência e receptividade. Também recebeu o título de Patrimônio Imaterial pela Secretaria de Estado de Cultura do RJ.
Sobre as Bandas:
BALBA (RIO DE JANEIRO)
“Heart Abstract” é o nome do primeiro disco da banda carioca Balba. Com um rock alternativo acessível e letras em inglês, o quarteto ganhou visibilidade em outros continentes – com músicas tocadas em rádios FM de cidades como Berlin, Londres e Boston. Além disso, o Balba lançou recentemente o videoclipe de “A Heart to Unfold”, sua primeira música de trabalho.

BARCAMUNDI (NITERÓI)
Formada em Niterói, a Barcamundi representa muito bem a cena artística da cidade. Por ter um som fortemente influenciado pelo folk americano e a MPB, a proposta do grupo acaba se caracterizando pelo diálogo criativo entre várias influências distintas.

CARAMADAS (NITERÓI)
Formada em 2008, a Caramadas apresenta uma diversidade de influências, que conta com rock, funk e soul. Essa cartilha pode ser conferida em seu primeiro disco, “Que sufoco”, lançado este ano. A banda já pisou em palcos consagrados como a Sala Baden Powell, Circo Voador e o renomado Festival de Jazz&Blues de Rio das Ostras . A Caramadas é também o grupo oficial do Corujão da poesia Universo da leitura, que é o maior Sarau Semanal das Américas, apadrinhada pelo Cantor Jorge Ben Jor.

DRENNA (RIO DE JANEIRO)
Com mais de 100 apresentações anuais, a Drenna divulga o lançamento de seu segundo disco, “Verdades”. Já bastante conhecida na cena carioca, a Drenna já foi atração do programa “Vida de Roqueira” do canal Bis. Recentemente a banda se apresentou na segunda edição do Circuito Banco do Brasil na Praça da Apoteose – dividindo palco com Pitty, Frejat, Paramore e Kings Of Leon – ganhando elogios da crítica.  

NARDONES (NITERÓI)
Uma das maiores bandas de horror punk do país, os Nardones estão na estrada divulgando seu primeiro disco “Vol.1: O Horror supremo despertou”. Atualmente, o grupo é um dos maiores representantes da cena rock de Niterói. Com um visual próprio, eles ganharam destaque mundial ao abrir shows para o lendário Marky Ramone, no Teatro Odisseia, recebendo elogios até de Michale Graves (ex-Misfits), que definiu o som dos Nardones como uma mistura de Heavy Metal com Sisters Of Mercy. A banda foi revelada no Festival Arariboia Rock 2012, realizado no Teatro Popular de Niterói.

OVERDRIVE SARAVÁ (NITERÓI)
O nome desse grupo niteroiense apenas reforça sua identidade sonora, que tem por princípio trazer essa brasilidade através do 'overdrive', através de guitarras com riffs marcantes. Com influências diversas, que vão dos clássicos Led Zeppelin e Jimi Hendrix ao Teatro Mágico, o Overdrive Saravá parte da premissa de que toda forma de arte é válida – criando uma identidade própria através de sua expressão musical peculiar.

REDUTO (RIO DE JANEIRO)
Formado em 2012 no Rio de Janeiro, o Reduto traz um som fortemente influenciado no rock alternativo de bandas como Foo Fighters e Incubus. O grupo acaba de lançar seu primeiro disco, “Convite” – que traz um rock honesto e vigoroso. A banda segue focada na turnê de divulgação deste trabalho.

SOMAGNET (NITERÓI)
O Somagnet é a grande revelação da cena metal de Niterói. O lançamento de seu EP, Haunted Mansion, foi bastante elogiado na mídia. O Somagnet traz na alma um som calcado nos grandes nomes do metal mundial, como Metallica, Slipknot e Slayer.



THE KNUTZ (NITERÓI)
Lançado na Europa pelo selo AF MUSIC, “Ghost Dance Party” é o disco de estreia do The Knutz. Com um rock enérgico e vistoso, a banda ganhou destaque no velho continente após uma turnê europeia em 2010. A repercussão internacional atingiu países como Rússia, Espanha, Itália, Inglaterra, Estados Unidos e Colômbia - através de revistas e rádios.

Serviço:
Festival Arariboia Rock 10 Anos
13 de dezembro (sábado) a partir das 16h
Show com as bandas Barcamundi, Balba, Reduto, The Knutz, Drenna, Somagnet, Caramadas, Overdrive Saravá e Nardones.
DJ Anna Diakakis.
Fluminense Atlético Clube – Rua Xavier de Brito, 22, Centro – Niterói.
Ingressos: R$ 5 (até 18h mulheres pagam apenas R$ 2)
Censura: 18 anos.
Informações: (21) 98879-7261 / 98525-5451